Auditoria documental das relações de trabalho, com quantificação da exposição e do impacto financeiro em reais — traduzido em saving e valuation para a decisão de investimento.
O mesmo exame documental em oito blocos — pontual, para uma operação; ou recorrente, como rotina de conformidade.
Exame documental completo ou reduzido (Flash), sob demanda, para operações de compra, venda ou reestruturação societária. Por amostragem representativa, com o protocolo já validado em operações reais de M&A.
Avaliação recorrente da documentação trabalhista da empresa, sempre à luz da legislação vigente. Prevenção pela frequência do olhar — é a norma que orienta cada ponto de conformidade identificado ao longo do tempo.
Exame por amostragem representativa, organizado em oito blocos. Os principais pontos de exposição:
Enquadramento sindical, contratos PJ e “CLT flex”, terceirização e modalidades especiais — intermitente, parcial, temporário e estágio.
Folha e FGTS ao longo do contrato, 13º, férias, bônus e stock options, equiparação salarial, PLR e benefícios de norma coletiva.
Acordos de compensação e banco de horas, controles de ponto e cargos excluídos do controle de jornada.
SESMT, EPI e laudos; GRO/PGR com riscos psicossociais (NR-1), CIPA, canal de denúncias, CAT, afastamentos, estabilidades e cotas legais.
Termos de rescisão, prazos de pagamento e guias de multa do FGTS, com levantamento do risco correspondente.
Políticas internas, LGPD na relação de trabalho e consistência dos eventos transmitidos ao eSocial.
Processos distribuídos, fiscalizações do MPT e TACs, cadastro de empregadores, recuperação judicial e responsabilização pessoal dos sócios.
Cobertura integral onde o risco se concentra — 100% dos contratos PJ e de terceirização, 100% das rescisões do período e 100% dos processos distribuídos —, combinada a amostra estratificada dos contratos CLT por função e unidade. Temas qualitativamente relevantes são sempre reportados.
Três movimentos que mudaram a exposição das empresas — todos com fonte oficial.
O eSocial nasce em 2014 (Decreto 8.373), mas as informações de saúde e segurança do trabalho só se tornam obrigatórias, para todas as empresas do país, entre 2021 e 2023. Antes disso, o risco só aparecia se alguém o acionasse.
O governo autorizou a nomeação de 855 novos Auditores-Fiscais do Trabalho — reforço direto na capacidade de cruzar os dados que as empresas já enviam.
Cerca de R$ 1,7 trilhão circula à margem da lei. É o mesmo ato gerando risco tributário, previdenciário e trabalhista ao mesmo tempo — e é na fatia trabalhista desse ciclo que a MT atua.
Realizamos uma avaliação pormenorizada e especializada da documentação vinculada às relações de trabalho da empresa contratante. Mapeamos cada ponto de exposição, mensuramos o risco e traduzimos o resultado em valor real para o negócio.
O trabalho é executado por uma equipe devidamente preparada e dedicada ao método, sob a liderança direta dos sócios-fundadores Renata Tannhauser e Maurilio Müller, que respondem por cada entrega.
Conte brevemente sobre a operação ou a empresa. O time da MT entra em contato para entender a necessidade e apresentar os próximos passos — escopo, prazo e proposta.